Eureka!

 Thomas Edison inventou a lâmpada incandescente muitos anos atrás (1879, pelo que pesquisei).

O ponto que talvez você não saiba é que, antes de conseguir inventar a lâmpada e antes das versões de LED que temos atualmente no mercado, houve várias tentativas de fazer isso virar realidade, inclusive pelo próprio Edison. Milhares delas, na verdade.

Trazendo para minha realidade e dias atuais, me vejo tentando tantas coisas que, para o julgamento das outras pessoas "dá errado", mas que ontem me peguei lembrando de quantas vezes Edison tentou essa invenção que revolucionou o mundo. E quando perguntado sobre seus "fracassos", ele responde que encontrou 1000 maneiras de NÃO se fazer uma lâmpada.

Eu pensei no workshop Beauty That Lights Up como uma forma de poder contribuir com as pessoas ao meu redor, assim como tantas outras ideias que eu tive e que foram pra frente só até certo ponto e que, na visão de outras pessoas, eu "simplesmente parei". Eu vejo essa fala como um incentivo, não uma crítica, ok? Mas a realidade é que eu só posso fazer a minha parte e nem tudo depende de mim. Eu não estou mais na fase de fazer as coisas por carência ou ainda manipular os outros para que façam o que eu desejo. Eu venho oferecendo meu trabalho em consultoria de imagem, de ensino de inglês (e de tantos outros talentos que eu tenho), como convite. Aceita quem está disposto(a).

Por outro lado, claro que é frustrante, saber da sua capacidade, saber que você não se acomodou, mas ainda não viu resultados concretos expressivos. Eu ofereci, mandei mensagem, compartilhei nas minhas redes sociais, pedi brindes... fui caruda mesmo! Sempre sou. Eu não tenho "sobrenome" reconhecido, então, de novo, só posso fazer a minha parte e continuar tentando, rsrs... Tentei ajustar formato, continuo oferecendo... e talvez eu apenas esteja descobrindo como não se faz a minha lâmpada. Talvez seja esse a minha Beauty That Lights Up, me recusar a estagnar e continuar tentando, mesmo com medo ou sem saber direito onde aquilo vai me levar.

E eu tenho dado de cara com vários "dead ends", honestamente, rsrs... Só que também percebi que "dead end" só é DEAD... END se você para ou não sabe onde quer ir e mesmo assim, ainda tem casas em uma rua "morta", tem árvores... Sempre tem algo para observar, para aprender, te convidando para olhar por outro ângulo.


Sobre o workshop: eu fui fazendo os exercícios que pensei e outros que pedi ajuda para o ChatGPT. E posso dizer que eles me fizeram perceber coisas que não fazia sentido, onde eu estava olhando pelo ângulo da limitação... E, se a proposta deste workshop era transformar alguém, eu posso dizer que ele foi um sucesso, pois me transformou primeiro, me expandiu primeiro. – Sim, eu sou a primeira consumidora do meu trabalho, do que decido entregar pro mundo. – Então, sem falsa modéstia, estou agradecida por ter feito tudo isso, mesmo que por tempo "limitado".

E o meu momento "EUREKA" é: eu não vou deixar de tentar.

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